Começa a Masters of Hate Tour!

•26/01/2010 • Deixe um comentário
Antes do show / Before the concert!

Predator, Paul Speckmann e After Death antes do show

O ano de 2010 já começou muito bem para os fãs de metal do Vale do Paraíba, interior de São Paulo. No dia 14 de janeiro, São José dos Campos foi invadida pela onda death metal da turnê Masters of Hate, que trouxe ao Brasil as bandas Master, dos Estados Unidos, e os jovens ingleses do After Death, além dos brasileiros da Predator, de Caxias do Sul.

A tour, organizada pela gravadora Death Toll Records, teve a participação da banda joseense MorFolk, que abriu o show com muita porradaria, agito e headbangs no Hocus Pocus, casa de shows de metal da região. Com um setlist reduzido, a banda mostrou a que veio e aproveitou todo o seu tempo com músicas brutais que fizeram um excelente aquecimento para oresto do show, abusando de solos de guitarra e baterias destruidoras.  O único problema foi o som que, se estivesse melhor equalizado, poderia ter mostrado muito melhor o trabalho da banda.

MorFolk

Logo em seguida sobem ao palco os rapazes do After Death. Como todos são muito jovens, o público não confiava muito na capacidade deles até os primeiros acordes soarem. Sejamos realistas: os caras surpreenderam a todos, tanto musicalmente quanto com sua performance de palco! Com um som limpo, pegadas fortes de guitarra e baixo, ritmo bem marcado pela base de Leon Villalba e uma bateria bem colocada, a banda dividiu bem os vocais entre os screams do vocal principal, Ken Do, e as entradas vocais do baterista Barry O’Connor, elementos que davam ao som da banda a característica que os fez serem rotulados “deathcore”. As músicas que mais levantaram o público foram Beyond Suffering e Spawned, cheias de screams muito bem executados por Ken Do. Destaque merecido para o guitarrista solo, Marc Yacas, que destruiu a guitarra, e para o baixista Tim Kennelly, que tocou muito e animou a galera bangueando o show inteiro.

After Death

Cinco minutos depois, foi a vez dos gaúchos da Predator assumirem o comando do Hocus Pocus, mostrando que o Brasil tem, sim, bandas de death metal de qualidade! Variando o setlist entre seus álbuns Homo Infimus (2007) e Earthquake (2009), o guitarrista Jenner Milani e o baixista Luciano Holfmann comandaram várias “rodas punk” com direito a reunir os integrantes das outras bandas à platéia. Os caras detonaram especialmente nas faixas Hate In Your Heart, Homo Infimus e o cover do Sepultura, Troops of Doom, muito bem executado por sinal. Apesar de problemas técnicos no meio do show, os gaúchos foram muito aplaudidos, inclusive com parte do público gritando “Predator” durante o show do Master! Destaque para o detonador de baterias, Roberto Cecatto, que mandou benzão e impressionou muitos dos presentes em todas as músicas!

Predator

Por fim, a banda mais esperada da noite sobe ao palco de São José dos Campos: o trio meio americano e meio tcheco Master! Liderado por Paul Speckmann, um “tiozão” de 46 anos que cultiva uma barba enorme, o grupo levantou a platéia de verdade. Não sobrou uma pessoa sequer parada na pista graças ao carisma de Speckmann, que conversava muito com o público entre uma música e outra. Não tem como destacar uma música em especial, todas foram extremamente competentes em matéria de qualidade e poder! A bateria e a guitarra também foram incríveis, passando como um rolo compressor pela cidade e deixando todos os fãs de metal presentes esgotados de tanto bater cabeça. Ao fim do show, todos saíram felizes com a bela celebração ao death metal que a Death Toll Records proporcionou.

Master

Infelizmente, os recentes acontecimentos nos deixaram tristes e comovidas. Exatamente uma semana após o show em São José dos Campos, dois membros da banda After Death vieram a falecer devido a afogamentos em uma praia de Aracaju, no Sergipe: Timothy Kennelly (18), baixista, e Leon Villalbas (21), guitarrista. Eu, pessoalmente, conversei com os membros da banda e devo dizer que foi uma grande perda para o death metal, pois ambos eram extremamente talentosos e amigáveis, pessoas muito serenas e que quebravam tudo em cima do palco apesar do pouco tempo de estrada. Aqui ficam as nossas condolências às famílias dos dois jovens, aos membros da banda e à gravadora Death Toll Records.

Tim Kennelly e Leon Villalbas, baixista e guitarrista do After Death

Agradecimentos à organização, Roberto Ceccato e todos que compartilharam desta noite.

- Fernanda Barone

Corpo de músico do After Death é encontrado em Aracaju

•23/01/2010 • Deixe um comentário

Timothy Kenelly foi localizado a 8km do local do afogamento; família dos músicos vêm ao Brasil.

O corpo de Timothy Kenelly, baixista da banda After Death, foi encontrado na tarde desta sexta, 22, em Aracaju. Ele estava desaparecido desde quinta, quando se afogou junto com o guitarrista Leon Villalba no mar da cidade. O Corpo de Bombeiros informou que o corpo do músico estava na praia de Aruana, a 8km do local do acidente. Os corpos de Kenelly e Villalba estão no IML de Aracaju.

O After Death está no Brasil para uma série do apresentações dentro da turnê “Master of Hate Brazilian Tour 2010”, ao lado dos grupos Master (dos Estados Unidos) e Predator (Brasil). A Metal Media, produtora dos shows, comunicou que a turnê vai continuar, mas sem a presença do After Death. “Estamos todos enlutados e ainda chocados com tudo o que aconteceu, mas temos certezas que eles gostariam que os shows fossem realizados. Façamos isso em homenagem a eles!”, disse a banda, em nota.

Os outros três músicos do After Death continuam em Sergipe e embarcam para São Paulo no sábado. De lá, eles vão pegar um vôo de volta a Londres. A produtora ainda afirmou que o pai de um dos músicos está vindo ao Brasil para tratar do translado dos corpos, que serão sepultados na Inglaterra.

After Death

A banda é formada por cinco garotos de Londres e toca death metal, uma vertente do metal. Desde o dia 14 janeiro, eles estão fazendo shows no Brasil.

O After Death já havia se apresentado no interior de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Nesta sexta, 22, aconteceria o show em Aracaju. A turnê incluiria mais 18 shows por todo o Brasil, terminando com uma apresentação em São Paulo no dia 20 de fevereiro.

Fonte: Abril.com

Músico da After Death morre e outro está desaparecido em praia do Sergipe

•21/01/2010 • Deixe um comentário

Pelo menos um membro da banda de rock inglesa After Death morreu afogado ontem em uma praia de Aracaju (SE). Outro integrante ainda está desaparecido, mas o Corpo de Bombeiros descarta encontrá-lo com vida. As buscas pelo corpo serão retomadas amanhã.

O guitarrista Leon Villalba, 21, que já teve o corpo identificado, e o baixista Timothy Kennelly, 18, estavam na praia com os outros três integrantes da banda na hora do acidente.

Segundo a central de Segurança Pública de Sergipe, os dois músicos que se afogaram estavam em um ponto perigoso da praia de Atalaia, a principal de Aracaju. Os bombeiros afirmaram acreditar que o desconhecimento dos trechos de profundidade do mar tenha levado ao afogamento.

Proveniente de Londres, a After Death estava no Brasil para a turnê ”Master of Hate”. A previsão era tocar em Aracaju amanhã. Em seguida, o grupo se apresentaria em Maceió (AL). O último show do giro pelo Brasil estava em previsto para 20 de fevereiro, em São Paulo.

O grupo toca death metal, vertente mais pesada do heavy metal, um dos gêneros do rock.

Em maio do ano passado, lançou o disco “Eulogy”. Na página da banda da internet, um texto informa que o baixista desaparecido entrou recentemente para o grupo.

Fonte: Folha Online

É com profundo pesar que informamos isto. Nas duas últimas semanas trocamos alguns emails, cobrimos o primeiro show da turnê, que aconteceu dia 14/01 em São José dos Campos, e faríamos uma entrevista no show do dia 20/02 em São Paulo. Todos eles estavam muito felizes por estarem aqui no Brasil pela primeira vez e, principalmente, ao lado dos veteranos do Master (USA) e do Predator (BRA). A gravadora Death Toll Records anunciou que a turnê deve continuar com o Master e o Predator. Gostaríamos de deixar os nossos sentimentos e força aos demais integrantes do After Death e lamentamos tamanho infortúnio.

Atenciosamente,

Maitê Lima e equipe Let’s Talk

Acid Rain – One Night of Reflections (2006)

•17/01/2010 • 1 Comentário

(Independente)

Review de EP é algo que todo fã deve dar atenção, afinal EP geralmente é uma prévia do álbum que está por vir. Eu não sou muito apreciadora do prog metal (eu mesma demorei mais de um ano para começar a gostar de Dream Theater), mas mesmo não sendo, hoje eu escuto as bandas dessa vertente com outros olhos e vejo que este estilo vai muito além do comentário “música para músico entender”, um tanto preconceituoso. Por falar em preconceito, estou aqui fazendo a resenha de uma banda de prog metal Argentina!
Sim, isso mesmo, o Acid Rain. Okay okay, o nome da banda soa familiar, lembra música do Angra, do cd Rebirth e tudo mais.  Surpresa? Sim!!!
A banda surgiu em 2002 e neste cd a formação era Ezequiel Giménez (baixo), Andrés Blanco (teclados e piano), Sebastián Fernández (Voz), Mariano Revilla (guitarras) e Martín Magliano (percussão), faz um prog pra lá de criativo, com feeling, virtuose tudo na medida certa, com influências notáveis de Rush, Dream Theater; os vocais de Sebastian exalam emoção, contrastando com toda a peculiaridade da parte instrumental, que tem grande influência no geral de Rage, Dream Theater, Rush e claro, Angra.
O EP “One Night of Reflections” é uma sequência conceitual, onde uma música é ligada na outra; nessa pequena amostra, quem os ouve percebe logo de cara a capacidade dessa banda e que tem tudo pra agregar mais fãs, não só na Argentina.
Este disco é dividido em duas partes, a primeira parte conta com as cinco faixas conceituais do “One Night of Reflections”, e a sexta faixa, “Shadows”, é da primeira demo da banda, lançada em 2003, sendo esta em versão mais atual.
O ponto alto deste EP está na junção das faixas “Moon Tears” e “To realize is Hope”, as melhores do álbum, na minha opinião. A arte da capa é bem trabalhada, deixando a desejar apenas no encarte, que poderia trazer as letras. Após este EP eles lançaram o álbum “The Descending Line”, ano passado. Em breve mais informações sobre ele por aqui!

Faixas:

1. Nothing Will Be Eternal
2. Moon Tears
3. To Realize is Hope
4. Re-evolution
5. Life is Reborn
6. Shadows

Nota: 8,5

MySpace: www.myspace.com/acidrainprog

- Maitê Lima

GsTruds – Brutal Comic Metal (Ensaio ao Vivo)

•16/01/2010 • Deixe um comentário

(Independente)

A GsTruds é natural de Fortaleza/CE e executa um thrash metal totalmente old school, com riffs poderosos e letras que esbanjam graça e deboche!
O cd abre com uma intro nada a ver, com umas batidas meio techno/dance, e termina com um vômito, que nada mais é que o reflexo natural ao se ouvir isto!
A faixa seguinte é “Satan Obreiro da Universal”, a melhor na minha opinião, que nem preciso falar muito para se ter noção do que se trata! A GsTruds tem um humor ácido em suas composições, seguindo com “Morto do Pântano”, “Churrasco dos Vermes”, “Panelada” (ótima também), “Velma a Barata Zumbi” e finaliza com “Vingança do seu Madruga”. Todas as letras são em português, aspecto positivo que faz com que a GsTruds se torne ainda mais interessante.
A gravação não é das melhores, mas o conteúdo compensa todo o resto. Ao vivo isto deve ser bem melhor.
A GsTruds esteve algum tempo fora da cena e voltou em 2000 com este lançamento, tomara que venha algo por aí para provar que ainda não é o fim. Este cd é recomendável para você que curte aquela seqüência extasiante de riffs e também para rir das letras, claro.
Fortaleza tem boas bandas. GsTruds é uma delas!

Integrantes: Luiz Lemos (vocal), Marcos Vinícios (guitarra), Carlos Menezes (baixo) e Marcelo Martins (bateria)

Faixas:

1. Intro
2. Satan Obreiro da Universal
3. Morto do Pântano
4. Churrasco dos Vermes
5. Panelada
6. Velma a Barata Zumbi
7.Vingança do seu Madruga

Nota: 9,0

MySpace: http://www.myspace.com/gstruds

- Maitê Lima

Joel Moncorvo – Muito Além do Som (2007)

•16/01/2010 • Deixe um comentário

(Dynamo Brazilie)

Quem se lembra do jogo de SNES chamado SIDE POCKET??? É, aquele de sinuca!! Algumas faixas desse álbum me lembram as fases do jogo. Mas não era isso que eu ia falar…

O primeiro trabalho solo de Joel Moncorvo, “Muito Além do Som”, lançado pela gravadora Dynamo Brazilie, traz onze composições muito bem produzidas e conta com a participação especial de Felipe Andreoli (Angra), o guitarrista Mozart Mello, e Thiago Nogueira (Ungodly, Headhunter DC). Um cd que mescla Fusion, Rock e Jazz, traz músicas empolgantes, e em outras, passagens mais lentas, mas sempre cheio de feeling. Joel dedica uma das músicas à sua filha, Daiane, que desapareceu em 2003, outra para Isabela, sua outra filha, que na época ainda não tinha nascido. A faixa título é bastante interessante (e lembra a trilha do jogo Side Pocket!), já a seguinte, “Profecia” começa com uma intro bem suave e vai progredindo com o passar do tempo, trazendo solos de baixo e bateria e no fim volta à calmaria inicial. Em “Alinhamento Cósmico” a guitarra é de Mozart Mello, e a balada “Sem Palavras”, oitava do álbum, foi feita a partir da sua pesquisa com crianças surdas. “Entranhas” também é inspirada em Isabela, especialmente o som do coração, extraído da ultrassonografia.

A última faixa deste cd, “Dança das Almas” tem a participação de Felipe Andreoli, quase como se conversassem através dos instrumentos. Muito bom!!!

Falar sobre um álbum instrumental não é muito simples, mas com um pouquinho de curiosidade e atenção você descobre que aquilo é especial. Vale a pena conferir este cd!!

Participaram nesta gravação:

Joel Moncorvo: Baixo
Thiago Nogueira: Bateria
Mozart Mello: guitarra na música “Alinhamento Cósmico”.
Felipe Andreoli: contrabaixo na música “Dança das Almas”.
Bel Reis: Piano Acústico, Piano Elétrico, Rhodes, Órgão, Claves, Teclado, Violino e Violoncelo.
Éric de Almeida: Sax Tenor, Sax Alto e Flauta
Marcelo Medina: Trompete
Gilmar Santos: Trombone
Jurandir Santana: Guitarra
Fábio Saffe: Guitarra
Luiz Rocha: Gaita

Faixas:

01. Muito Além Do Som
02. Profecia
03. Eletro – Tapping
04. Sonata Para Isabela
05. Groove No Parque
06. Alinhamento Cósmico
07. Slap Sax
08. Sem Palavras
09. Entranhas
10. Encontro Prometido
11. Dança Das Almas

Nota: 8,0

Site Oficial: www.joelmoncorvo.com

- Maitê Lima

Joel Moncorvo – Conhecimento em favor da música…

•13/01/2010 • Deixe um comentário

Entre os músicos conceituados no meio metal brasileiro, Joel Moncorvo é um dos favoritos. Joel é natural de Salvador/BA, onde vive até hoje. Podemos dizer que Joel teve a sorte de nascer numa família de músicos que puderam educá-lo na música, como era conveniente, apresentando-o os vários ritmos e compositores.

Em entrevista ao portal Bahia Rock, Joel fala sobre o início da carreira: “Meu primeiro instrumento realmente foi um contrabaixo e sempre achei um grande desafio tocá-lo. As minhas influências musicais vieram basicamente da minha família. Lembro-me que minha mãe dava aulas de piano e eu ficava observando e escutando as melodias. O meu pai sempre me apresentava as mais variadas músicas de qualidade. Acho que tudo isso despertou meu interesse pela música.”

Seu primeiro registro é datado de 1991, ainda em vinil e tem o nome “Apelo à Igualdade”, com a banda Turmalina, lançado pela gravadora Continental Chanceller. Joel, que já participou de um projeto instrumental com o grupo americano de Jazz, Bass and Drum, também passou por outros estilos, como o Rock n’ Roll do Direito Autoral, onde tudo começou, Death Metal com sua banda Kaddish, onde tocava baixo e também assumia os vocais. Atualmente Joel integra o Ungodly, onde pôde se apresentar ao lado de bandas como o Candlemass, Arch Enemy e Slayer, tem seu trabalho solo, que foi lançado em 2007 pela gravadora Dynamo Brazilie, “Muito Além do Som” e contou com a participação de Felipe Andreoli (Angra), Thiago Nogueira (Ungodly) e o guitarrista Mozart Mello. Paralelo a isto, Joel ainda lidera a banda Slow, de Heavy/Fusion/Progressivo, com a qual lançou em 2006 o disco “Killer Mermaid”, pela Maniac Records.

Em 2008 Joel Moncorvo concluiu sua pesquisa que durou 3 anos, sobre o contrabaixo e as crianças portadoras de surdez: “Através dessa pesquisa busquei possibilidades de como o contrabaixo pode auxiliar a criança portadora de surdez no desenvolvimento de sua sensibilidade auditiva e corporal. Desta forma, espero estar contribuindo para que a educação do portador de surdez, numa dimensão não somente educativa, mas também sociocultural, seja facilitada objetivando a construção de novos saberes”, completa. Mais detalhes dessa pesquisa você encontra no site oficial do músico.

Joel já participou de várias edições da maior feira de música da América Latina, a Expomusic, e atualmente é endorsado pelas empresas Tagima, Power Click, Basso Straps, Landscape, PHNX, Soft Case, Fausto Pardo, Magma Strings e Strazza Cases, que lhe proporcionaram fazer um turnê nacional em 2008 com workshops, além de ter realizado workshows com Kiko Loureiro (Angra), Edu Falaschi (Angra, Almah), Felipe Andreoli (Angra, Almah) e Timo Tolkki.

“Vejo ótimos músicos, mas pouquíssima valorização”, comenta sobre a (infeliz) realidade sobre o cenário nacional.

Do alto dos seus 30 anos de carreira, Joel tem dado entrevistas para grandes publicações como Rock Brigade, Rock Hard/Valhalla, Roadie Crew, Cover Baixo e inclusive a revista argentina Músicos.

Joel finaliza contando qual o segredo do seu sucesso: “O bom profissional deve estar sempre atualizado, ser empreendedor, se relacionar bem com todos e produzir bons trabalhos. Se essas regras forem seguidas, com certeza não notará grandes dificuldades.”

Atualmente Joel Moncorvo encontra-se trabalhando em seu novo material, ainda sem data de lançamento.

Site oficial: www.joelmoncorvo.com

Site da pesquisa: www.joelmoncorvo.com/pesquisa

- Maitê Lima

 
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